Fazendo Arte

Este blog é destinado aos apreciadores da arte, aquela sem compromisso, aquela cujo único objetivo é expressar os sentimentos, seja na poesia, nas citações, nas histórias pitorescas ou até mesmo nas pinturas em tela, enfim nas próprias vivências...

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Terra Blog

Categoria: Ensinando a jogar xadrez

31.01.09

Ensinando a jogar xadrez (VII)

Já falamos de cada peça, ou seja, de cada soldado, no jogo de xadrez.
Classificamos cada pedra, no sentido do seu valor no andamento do jogo, e agora nos resta tentar dizer, que para se jogar com consciência, teremos que ter a observação necessária, para não desperdiçarmos jogadas inutilmente.
O valor de cada jogada, terá que se voltar para proteção das principais peças, que são as seguintes pela ordem de valor, o Rei, que se caçado for durante o jogo, a partida terminará neste momento; a Rainha, que é a principal peça na execução das partidas, uma vez que ela tem uma movimentação de muitas opções, no tabuleiro, pois se move em qualquer sentido; o Cavalo, que tem nos seus saltos, a facilidade de alcançar posições em diferentes direções.
Temos ainda os Bispos, que andam num sentido de diagonais no tabuleiro, sendo um nas linhas brancas e outro, nas pretas. E finalmente entre as pedras, as mais importantes, também estarão incluídas as Torres, que andam nas retas, no sentido vertical e horizontal.
O jogo termina, quando armamos a jogada de xeque-mate ao Rei, quando o encurralamos sem nenhuma defesa, em qualquer posição do tabuleiro. E queremos lembrar que a única peça que poderá ser substituída por uma outra igual, após a sua perda, durante a partida, é a Rainha, pois se acontecer que um simples pião, que consideramos como sendo um dos soldados de Rei, conseguir atravessar o tabuleiro, sem ser caçado até a sua ultima linha de defesa do campo inimigo, ele terá o direito de se transformar numa nova peça de Rainha, se ela já tiver sido eliminada da batalha, voltando assim, a dar uma força de recuperação no exército que estava sem a rainha, por ter sido a mesma caçada durante o jogo.
Quando existe a eliminação de pedras, o fazemos, colocando a peça que faz a jogada de ataque, sobreposta no lugar da peça que está sendo eliminada e a retiramos do tabuleiro, diferentemente, do que ocorre numa partida de damas, quando ao eliminarmos, alguma pedra adversária, a saltamos e colocamos a pedra, na casa posterior, e retiramos a pedra adversária eliminada.
Queremos  afirmar que o Rei não morre no jogo de Xadrez, ele somente é cercado e colocado como se diz pela regra, em posição de Xeque-mate, que define o final da partida.
Uma partida de Xadrez em disputa pelos grandes campeões do mundo, leva as vezes dois dias seguidos de jogo, pela grande técnica de armação das grandes jogadas, e assim, impressiona ao mundo os grande jogadores deste esporte, chamado de O esporte dos Reis!
Neste final, fazemos a recomendação de que exercitem as jogadas, peça a peça, seguindo os passos ensinados nas instruções de 1 a 5.
Esperamos ter contribuído com aqueles que se interessam pelo assunto e aguardamos comentários.

18.01.09

Ensinando a jogar xadrez (VI)

Como dissemos no capítulo anterior, prosseguiremos com as táticas de jogo.

No campo de observação do jogo de xadrez, o principal objetivo de cada jogador é se prender ao fundo da última linha do tabuleiro do adversário, local este onde se iniciam as jogadas principais de caça à rainha e aos reis.

Normalmente cada jogador se conceitua da utilização de uma peça para ele considerada uma chave técnica de jogo.

Uns se utilizam dos bispos nas movimentações que serão abertas pelas vagas de tabuleiro deixadas pelos piões (soldados) e se movimentam cada um nas linhas diagonais brancas ou negras do tabuleiro.

0utros se utilizam das jogadas de ataque e contra-ataque, que podem ser feitas pelos cavalos. Estes modificam facilmente as suas posições no tabuleiro.

Continuaremos no próximo capítulo.

 

03.01.09

Ensinando a jogar xadrez (V)

Como dissemos no último capítulo, hoje falaremos sobre as táticas de jogo.

O principal objetivo é a eliminação do REI que causa a derrota do exército adversário. Este jogo, pela sua normalidade, vai premiar aquele jogador que mais ocupar os espaços dos principais caminhos do aprisionamento do REI.  Esses, melhor dizendo, são os 32 espaços que sobram entre um exército e outro. Temos que levar em consideração que o jogo é uma estrita utilização de táticas defensivas e de contraataque, como numa guerra. Não devemos descuidar, nunca, de ter a paciência e a observação voltadas para todas as linhas do tabuleiro que formarão os caminhos por onde poderemos atacar ou nos defender.

De preferência, devemos salvaguardar sempre a vida de nossa RAINHA e fazer dela o nosso grande instrumento de ataque e defesa, apesar de a peça mesmo depois de perdida por qualquer acidente de jogo, poderá ser substituida por um pequeno pião (soldado) que poderá fugir até a linha de fundo do tabuleiro, transformando-se novamente, em uma nova RAINHA.

O ideal do jogo será manter o exército com as suas principais peças, ou seja, cavalos, torres e bispos.

No próximo capítulo, continuaremos com as táticas de jogo.

 

19.12.08

Ensinando a jogar xadrez (IV)

Seguindo, hoje, vamos falar da rainha e do rei.

a) Rainha -  é a principal pedra do jogo.

Sua função é preservar a tranquilidade do Castelo e a segurança do seu Rei protetor. Ela se movimenta em qualquer direção , na diagonal, em linha reta e em quantas e tantas casas quiser.

Elimina seu oponente em jogadas de surpresa, pois vai e volta ao fundo do tabuleiro.

b) Rei - é a peça que define o jogo, pois se ele for eliminado em xeque-mate, seu Exército será o derrotado. Ele representa a principal figura do jogo na definição, porque o jogo pode seguir sem a Rainha, mas nunca sem o Rei. Pode também realizar a mesma jogada de roque com a Torre, a exemplo do Bispo. Só pode caminhar no tabuleiro uma casa por vez, para qualquer lado, em qualquer direção, provando sua cautela em realizar a melhor jogada, sempre para a sua própria segurança.

No próximo capítulo, falaremos sobre as táticas de jogo.

11.12.08

Ensinando a jogar xadrez (III)

Seguindo , hoje vamos falar dos cavalos   e dos bispos.

a) Cavalos - o movimento destas peças no jogo, se prende  ao caminho representado pela letra "L" maiúscula, ou seja, uma casa para a direita e duas casas para a esquerda, ou vice-versa.  São em número de dois para cada equipe.

O cavalo ataca a pedra adversária, caindo sempre em cima da mesma, para matá-la. As pedras adversárias perdem no jogo, na sua capacidade de se mover, pois as mudanças de local dos cavalos, no tabuleiro, assim o provocam, como tática.

b) Bispos -  são representados no jogo, vestidos a caráter, como bispos e só fazem a sua movimentação no tabuleiro, na linha diagonal, na linha branca ou na linha preta, mas sempre, em diagonal. São, como os cavalos, em número de dois para cada equipe.

Os bispos podem se movimentar quantas casas puderem ou quiserem, desde que na diagonal.

Entre si, adversários, não se encontram para não possibilitar  sua eliminação, como no processo religioso (não matar).

No próximo capítulo, falaremos da rainha e do rei, as principais pedras do jogo.