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	<title>Fazendo Arte</title>
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	<description>Este blog &#233; destinado aos apreciadores da arte, aquela sem compromisso, aquela cujo &#250;nico objetivo &#233; expressar os sentimentos, seja na poesia, nas cita&#231;&#245;es,  nas hist&#243;rias pitorescas ou at&#233; mesmo nas pinturas em tela, enfim nas pr&#243;prias viv&#234;ncias...</description>
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		<title>Painel de um b&#234;bado sem saida</title>
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		<title>Quietinha demais...</title>
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		<description>Foi sempre um forte motivo, foi sempre uma grande expectativa, procurar e encontrar o caminho. E pensar sempre que a vida est&#225; sempre quietinha demais para o meu gosto. Eu n&#227;o queria nunca, a vida quietinha... Eu queria sempre reunir motivos, sonhos, esperan&#231;as, criatividade, muito amor e muita garra em busca do meu maior gosto pela vida... E colocar num compasso frequente o meu sonho de vida, que me trouxe de volta a for&#231;a pela vida... E eis que, de repente, resolvi que n&#227;o vou aceitar que a vida fique quietinha demais... Como &#233; bom agitar o cora&#231;&#227;o em busca de voc&#234; ! Como &#233; bom exercitar todos osm&#250;sculos e sentimentos... Como &#233; bom, exercitar a mente t&#227;o quietinha demais, para o meu gosto ! </description>
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		<title>As palavras</title>
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		<description>As palavras se unem como p&#233;talas, para traduzir a verdade dos pensamentos misteriosos de cada ser.</description>
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		<title>O inacredit&#225;vel</title>
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		<description>J&#225; faz muitos anos quando eu me deslocava para casa e a noite j&#225; avan&#231;ava para um novo dia. Encontrava-me numa parada de &#244;nibus e aguardava um coletivo para o bairro onde morava. Cansado de um dia desgastante de trabalho, estava atento &#224; chegada do coletivo, quando fui surpreendido por uma voz que perguntava, num tom forte, quem era o esp&#237;rito de luz que se encontrava pr&#243;ximo a ele. Olhei para o lado direito e verifiquei a presen&#231;a de um senhor de altura mediana, bem trajado com terno e gravata e que na m&#227;o possu&#237;a uma bengala de alum&#237;nio dobr&#225;vel. A&#237; ent&#227;o, percebi ser o referido senhor, um deficiente visual. Tomado de coragem, perguntei se estava falando comigo. Ele respondeu que sim, pois s&#243; est&#225;vamos os dois naquela parada. Pediu que eu chegasse mais perto. Eu, muito desconfiado, me aproximei quando ele completou que est&#225;vamos indo na mesma dire&#231;&#227;o. Confirmava que eu ia para uma esta&#231;&#227;o antes da dele. Muito surpreso, perguntei como ele sabia tudo o que disse, se sequer me conhecia, al&#233;m de n&#227;o enxergar, ao que retrucou, dizendo saber e sentir tudo. Prosseguiu, falando que chegou ao Rio naquele mesmo dia pela manh&#227;, para atender a dois &#8220;irm&#227;os&#8221; , um no bairro do Graja&#250;, onde j&#225; havia estado, e outro no bairro da Penha, para onde estava seguindo naquele momento. Nada melhor do que irmos juntos no mesmo coletivo, conversando, disse ele tranquilamente. Eu ent&#227;o, ainda curioso, concordei. Finalmente o &#244;nibus chegou, e n&#243;s dois embarcamos. Deixei que ele sentasse perto da janela e fiquei atento a tudo o que me dizia. Para minha tranq&#252;ilidade , ele iniciou a narrativa dizendo ser o mais alto grau da Fraternidade Ecl&#233;tica Rosa Cruz e que estava numa miss&#227;o de cura. J&#225; tinha realizado a primeira e se deslocava para realizar a segunda. Informou-me tamb&#233;m, que residia no Paran&#225;. Eu, muito preocupado, perguntei se ele n&#227;o desejava que o acompanhasse at&#233; &#224; resid&#234;ncia daquele irm&#227;o na Penha ao que respondeu, prontamente, que n&#227;o seria necess&#225;rio , pois estava ligado mentalmente no caminho certo da casa para onde iria, visto que o beneficiado com a sua visita estava em plena sintonia com ele. Reafirmou que n&#227;o existia nenhum perigo de ir s&#243; e chegar at&#233; l&#225;. Continuou descrevendo a sua seita e disse, que talvez eu fosse um dos deles, mas para saber, necessitava levar meu nome para uma reuni&#227;o entre todos os conselheiros, e submet&#234;-lo a um profundo exame, para posteriormente me informar. Mas mesmo, com uma resposta positiva, disse-me que eu deveria receber uma proposta para preenchimento, mas que s&#243; poderia realmente devolv&#234;-la preenchida, no momento em que me achasse absolutamente desobrigado de qualquer tipo de vida material, pois s&#243; assim, seria um deles. Nesse momento, quis pegar uma folha de papel para anotar todos os meus dados pessoais, e ele ent&#227;o me surpreendeu mais uma vez, dizendo n&#227;o haver necessidade, pois gravaria tudo na mem&#243;ria. Assim eu fiz, informando dado a dado, paulatinamente, e me despedi pois j&#225; havia chegado a hora de descer do &#244;nibus. Segui para casa quase paralisado , meio que tonto, meio abobalhado, com tudo o que havia vivenciado. Pensei com os meus bot&#245;es, se aquela resposta chegaria mesmo, pois n&#227;o passei nada do que disse por escrito. E pasmem! Seis meses depois do ocorrido, recebi em casa a tal proposta para preenchimento, e livros correspondentes a estudo das indica&#231;&#245;es de todas as personalidades que ao esoterismo est&#227;o vinculadas. Confesso que preenchi a tal proposta, mas at&#233; hoje, passados mais de trinta anos, n&#227;o tive coragem de envi&#225;-la. </description>
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		<title>Porcelana chinesa</title>
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		<title>Porcelana chinesa</title>
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